Série educativa · Quinzenal
Por dentro da IA
Desmistifica a inteligência artificial para o clínico. A IA apoia a decisão; não decide nem diagnostica.
- 1vídeo·13 de agosto de 2026
O que é IA na medicina? O vocabulário essencial para ginecologistas
Inteligência artificial virou palavra-ônibus: usamos o mesmo termo para coisas muito diferentes. Este episódio entrega o vocabulário essencial — IA, aprendizado de máquina, aprendizado profundo e LLM — e a distinção que mais importa na prática: a **IA determinística**, que segue regras e é auditável, versus a **IA generativa**, que redige e pode errar com confiança. A régua que fica: **a IA apoia; quem decide é o médico.**
- 2vídeo·14 de agosto de 2026
Por que o dado importa mais que o algoritmo
Um modelo não é melhor do que os dados e os rótulos com que aprendeu. Se o dado é enviesado, ele aprende o viés. Se o rótulo está errado, ele aprende o erro. Existe uma frase que resume: entra lixo, sai lixo.
- 3vídeo·14 de agosto de 2026
Determinístico x generativo em 3 minutos
IA determinística segue uma regra: para a mesma entrada, a mesma saída, sempre, e dá para abrir e ver por que decidiu. IA generativa cria: redige, resume, e a cada vez pode variar. Uma é previsível e auditável; a outra é fluente e flexível.
- 4vídeo·16 de agosto de 2026
Grounding: como ancorar a IA na fonte
Grounding é ancorar a resposta da IA numa fonte confiável, em vez de deixá-la responder "de cabeça". A técnica mais comum se chama RAG: o sistema primeiro busca o documento certo, uma diretriz, uma base de conhecimento, e só então redige a resposta a partir dali.
- 5vídeo·16 de agosto de 2026
Validação externa: a prova que vale
Validação externa é testar o modelo fora do berço: em outro serviço, com outro aparelho, em outra população, e ao longo do tempo. É o que mostra se ele generaliza de verdade, ou se só funcionava em casa.